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Frase do dia - ou da vida

Eu adoro esta frase. Diz algo como:

"Um diplomata é alguém que pode mandá-lo pro inferno de tal forma que você acaba ansiando pela viagem".

Apesar da ironia no comentário, ela resume o que eu sempre digo: você tem a liberdade de defender suas idéias, mas faça isso de maneira gentil e educada. Aos berros, até a mais justa das pessoas perde a razão.

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Uma aula que me deixou nas nuvens, uma amiga que nos deixou e foi pro c éu, uma noite que foi pro espaço

Três dias sem mensagens aqui e me sinto mal! Adorei ter um blog!

Hoje já é madrugada de segunda. Estou montando uma maquete de base de lançamento de foguetes para meu filho, já que ele veio com a "novidade" na sexta e fomos viajar. O bom de trabalhar com arte e artesanato é que cola, papel, arame e demais suprimentos não nos faltam! Enquanto pesquiso imagens, vou fazer um apanhado dos últimos dias:

Na SEXTA-FEIRA, dia 7 de abril, fui dar a aula na Pedaços. Antes passei na ScrapSampa para pegar uns papéis e vi, perto do caixa, uns metais da 7Gipsies que me deixaram de queixo caído! Maçanetas minúsculas, garfinhos, moldurinhas, visores de relógio... uma coisa! Acabei não resistindo e comprei 3 card holders pra eu poder colocar na capa de algum miniálbum ou caixinha pra mim. Paguei R$ 2,50 cada um. No site deles vi a US$ 2.95!

A aula foi bem legal, tive 5 alunas, 3 das quais eram amigas - e destas, duas nunca tinham feito nada de scrap! Mas nem pareceu, porque todo o medo do início - não sabiam usar a base de corte, tinham dificuldade com o estilete - sumiu em pouco tempo.

É interessante observar os variados perfis de alunas quando damos aula, e isso não se refere a essa aula apenas, mas já pude observar em várias ocasiões: quem nunca fez aula está ansioso e com medo. Tem medo de errar tudo. E normalmente se sai superbem, porque com medo, faz todos os passos cuidadosamente. Quem já fez aula muitas vezes diz 'já sei fazer" e se adianta nos passos, ou não ouve direito a explicação e deixa de aprender alguma dica nova que pode dar um melhor acabamento ao seu trabalho. Isso eu reparei na feira, quando ensinava encadernação: pensando "já saber" encadernar, algumas pessoas deixavam de fazer aquela dobrinha mínima com a dobradeira ou com a unha, e a capa não ficava com o acabamento esperado.
Outra reação comum é a aluna "desconfiar" da capacidade técnica da professora, afinal, ela nunca te viu e não conhece seu trabalho. Entra na aula com ar desconfiado, mesmo. Mal sorri. Segue os passos como se dissesse "tá, já fiz. E agora?".

Essas eu aprendi a adorar.

Porque, até o momento, não teve UMA que não tenha modificado sua expressão durante a aula. Entram desconfiadas, saem maravilhadas. Quer coisa melhor?

Na aula de sexta-feira uma delas, na hora do encaixe do papel na alça da lata, reclamou bastante (mas numa boa) sobre não fazer nenhuma questão de decorar lata de tinta, que as de achocolatados eram melhores, nem precisavam de alça - porque esta parte da decoração da lata exige um pouco de paciência, afinal a lata não foi feita para ser decorada, e a ferramenta que usei - um furador - não foi feito para a lata, mas tinha um furo de diâmetro bem proximo, e que daria um acabamento legal.

Essa reclamação aos poucos foi virando admiração, e no final da aula ela estava TÃO feliz com a lata, mas TÃO feliz, que não só elogiou o trabalho como levou papéis (e latas)para fazer mais duas em casa!!!

Este, na minha opinião, é o maior elogio que uma aula pode ter. Fui pra casa MUITO feliz.

No SÁBADO voltei à Pedaços bem cedinho, pois uma aluna de sexta-feira precisou sair antes da aula, sem acabar o projeto, então me propus a terminar com ela.

A aluna não chegava, mas chegou a Desirée. Foi ótimo, ficamos conversando um longo tempo. A maior coincidência é que o pai da Desirée foi chefe do meu marido, pode uma coisa dessas? Acho que eu nunca tinha tido oportunidade de conversar com ela tanto tempo, e foi ótimo. Espero que estas oportunidades se repitam!!!

Pouco tempo depois, chega a Lina!!! Eu estava com muitas saudades dela!!!! A Lina foi a primeira pessoa do SBB que eu conheci pessoalmente, e assim que nos vimos, a sensação foi a de que nos conhecíamos há muito tempo! Ela é um amor, sempre me ajudou e me incentivou muito. Foi ótimo revê-la!!

E depois, quem chega também?? A Bran!!! Ter acordado cedo tinha valido super a pena!!!

Ficamos no maior bate-papo, a Flávia da Pedaços também chegou e soubemos de novidades na feira(xi, essas não posso contar aqui, né?), produtos novos, aulas com a Flor Beck no estande da Pedaços.... a Hobbyarte pelo jeito promete!!!

Em seguida chegou a Fabiana da Projeto Artes! Conversamos bastante, e eu soube que elas estarão na Hobbyarte com estande da Projeto e tbm no estande da VSP - onde, aliás, eu as conheci na Hobbyarte do ano passado! O foco delas não será somente carimbos para scrap (papel), mas para tecidos, madeira... já pensaram que lindas umas camisetas carimbadas? E tênis para as crianças? Caixas? Eu amo carimbos!!!!

A ida à Pedaços foi ótima!

Cheguei em casa e logo recebi um telefonema da Dani Cretella, que supresa boa!!! Mas infelizmente a notícia não era tão boa quanto a surpresa...

A Dani ligou pra me contar que a Suênia havia falecido... ela estava já há mais de um ano com câncer. Mesmo com diagnóstico pouco esperançoso, ela continuou vivendo a sua vida da melhor forma: fazendo amigas, viajando para ver a família, fazendo scrap.

Segundo uma amiga bem próxima, o scrap estava salvando a vida dela. E em especial, as amizades que fez por conta do scrap. Embora participasse dos 3 fóruns de scrap no Brasil, foi no Scrapworks que ela sentiu-se mais em casa e onde atuou como moderadora. Nunca tive o prazer de conhecê-la pessoalmente ou ter sua amizade. Mas sempre soube de sua luta e sua determinação, sua simpatia e seu enorme coração, e por isso, eu a admirava. São pessoas deste porte que o mundo precisa: aquelas que embora sofrendo sempre nos dão palavras de esperança e ânimo.

Sei o quanto suas amigas estão tristes, e eu fico triste e emocionada cada vez que leio mensagens a seu respeito.

Que ela esteja em Paz, e que sua família tenha conforto nas boas lembranças que com certeza ela deixou. O que nos consola é saber que de alguma forma, o Scrapbook ajudou a Suenia a enfrentar este longo ano entre o diagnostico da doença e o dia de ontem.

Fiquei muito pensativa o resto do dia.

Quase anoitecendo, viajei. Na mala, base de corte, estilete, papéis e alguns trabalhos pra fazer.

Acordei muito tarde no DOMINGO. Não fiz nada além de descansar a cabeça e desacelerar. Foi ótimo, andei na areia um pouco, e na volta ao apartamento, fiz umas tags para uma troca do ScrapbookBrasil. Com calma, sem pressa... nossa, há quanto tempo não ficava assim???

Voltei a SP, cheguei aqui depois das 21h, os meninos dormindo no carro. Prometi a mim mesma que vou tentar ser menos acelerada. Vou tentar ser menos ansiosa. E depois que terminar esta maquete, vou tentar dormir mais cedo todos os dias!!!!

Ainda preciso descobrir em que ponto da base o foguete é lançado. No mapa do Kennedy Space Center, há um prédio (que está sendo feito com cartão mousse) e as torres de lançamento (talvez eu as faça de arame) ficam em plataformas sobre rodas (mais cartão mousse). Pergunta: as torres ficam ao lado do predio de cartão mousse quando o foguete de cartolina e tampa de desodorante é lançado ou vão pra bem longe, lá na ponta da base de MDF, perto do papel verde de scrap????

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Uma aula que me deixou nas nuvens, uma amiga que nos deixou e foi pro c éu, uma noite que foi pro espaço

Três dias sem mensagens aqui e me sinto mal! Adorei ter um blog!

Hoje já é madrugada de segunda. Estou montando uma maquete de base de lançamento de foguetes para meu filho, já que ele veio com a "novidade" na sexta e fomos viajar. O bom de trabalhar com arte e artesanato é que cola, papel, arame e demais suprimentos não nos faltam! Enquanto pesquiso imagens, vou fazer um apanhado dos últimos dias:

Na SEXTA-FEIRA, dia 7 de abril, fui dar a aula na Pedaços. Antes passei na ScrapSampa para pegar uns papéis e vi, perto do caixa, uns metais da 7Gipsies que me deixaram de queixo caído! Maçanetas minúsculas, garfinhos, moldurinhas, visores de relógio... uma coisa! Acabei não resistindo e comprei 3 card holders pra eu poder colocar na capa de algum miniálbum ou caixinha pra mim. Paguei R$ 2,50 cada um. No site deles vi a US$ 2.95!

A aula foi bem legal, tive 5 alunas, 3 das quais eram amigas - e destas, duas nunca tinham feito nada de scrap! Mas nem pareceu, porque todo o medo do início - não sabiam usar a base de corte, tinham dificuldade com o estilete - sumiu em pouco tempo.

É interessante observar os variados perfis de alunas quando damos aula, e isso não se refere a essa aula apenas, mas já pude observar em várias ocasiões: quem nunca fez aula está ansioso e com medo. Tem medo de errar tudo. E normalmente se sai superbem, porque com medo, faz todos os passos cuidadosamente. Quem já fez aula muitas vezes diz 'já sei fazer" e se adianta nos passos, ou não ouve direito a explicação e deixa de aprender alguma dica nova que pode dar um melhor acabamento ao seu trabalho. Isso eu reparei na feira, quando ensinava encadernação: pensando "já saber" encadernar, algumas pessoas deixavam de fazer aquela dobrinha mínima com a dobradeira ou com a unha, e a capa não ficava com o acabamento esperado.
Outra reação comum é a aluna "desconfiar" da capacidade técnica da professora, afinal, ela nunca te viu e não conhece seu trabalho. Entra na aula com ar desconfiado, mesmo. Mal sorri. Segue os passos como se dissesse "tá, já fiz. E agora?".

Essas eu aprendi a adorar.

Porque, até o momento, não teve UMA que não tenha modificado sua expressão durante a aula. Entram desconfiadas, saem maravilhadas. Quer coisa melhor?

Na aula de sexta-feira uma delas, na hora do encaixe do papel na alça da lata, reclamou bastante (mas numa boa) sobre não fazer nenhuma questão de decorar lata de tinta, que as de achocolatados eram melhores, nem precisavam de alça - porque esta parte da decoração da lata exige um pouco de paciência, afinal a lata não foi feita para ser decorada, e a ferramenta que usei - um furador - não foi feito para a lata, mas tinha um furo de diâmetro bem proximo, e que daria um acabamento legal.

Essa reclamação aos poucos foi virando admiração, e no final da aula ela estava TÃO feliz com a lata, mas TÃO feliz, que não só elogiou o trabalho como levou papéis (e latas)para fazer mais duas em casa!!!

Este, na minha opinião, é o maior elogio que uma aula pode ter. Fui pra casa MUITO feliz.

No SÁBADO voltei à Pedaços bem cedinho, pois uma aluna de sexta-feira precisou sair antes da aula, sem acabar o projeto, então me propus a terminar com ela.

A aluna não chegava, mas chegou a Desirée. Foi ótimo, ficamos conversando um longo tempo. A maior coincidência é que o pai da Desirée foi chefe do meu marido, pode uma coisa dessas? Acho que eu nunca tinha tido oportunidade de conversar com ela tanto tempo, e foi ótimo. Espero que estas oportunidades se repitam!!!

Pouco tempo depois, chega a Lina!!! Eu estava com muitas saudades dela!!!! A Lina foi a primeira pessoa do SBB que eu conheci pessoalmente, e assim que nos vimos, a sensação foi a de que nos conhecíamos há muito tempo! Ela é um amor, sempre me ajudou e me incentivou muito. Foi ótimo revê-la!!

E depois, quem chega também?? A Bran!!! Ter acordado cedo tinha valido super a pena!!!

Ficamos no maior bate-papo, a Flávia da Pedaços também chegou e soubemos de novidades na feira(xi, essas não posso contar aqui, né?), produtos novos, aulas com a Flor Beck no estande da Pedaços.... a Hobbyarte pelo jeito promete!!!

Em seguida chegou a Fabiana da Projeto Artes! Conversamos bastante, e eu soube que elas estarão na Hobbyarte com estande da Projeto e tbm no estande da VSP - onde, aliás, eu as conheci na Hobbyarte do ano passado! O foco delas não será somente carimbos para scrap (papel), mas para tecidos, madeira... já pensaram que lindas umas camisetas carimbadas? E tênis para as crianças? Caixas? Eu amo carimbos!!!!

A ida à Pedaços foi ótima!

Cheguei em casa e logo recebi um telefonema da Dani Cretella, que supresa boa!!! Mas infelizmente a notícia não era tão boa quanto a surpresa...

A Dani ligou pra me contar que a Suênia havia falecido... ela estava já há mais de um ano com câncer. Mesmo com diagnóstico pouco esperançoso, ela continuou vivendo a sua vida da melhor forma: fazendo amigas, viajando para ver a família, fazendo scrap.

Segundo uma amiga bem próxima, o scrap estava salvando a vida dela. E em especial, as amizades que fez por conta do scrap. Embora participasse dos 3 fóruns de scrap no Brasil, foi no Scrapworks que ela sentiu-se mais em casa e onde atuou como moderadora. Nunca tive o prazer de conhecê-la pessoalmente ou ter sua amizade. Mas sempre soube de sua luta e sua determinação, sua simpatia e seu enorme coração, e por isso, eu a admirava. São pessoas deste porte que o mundo precisa: aquelas que embora sofrendo sempre nos dão palavras de esperança e ânimo.

Sei o quanto suas amigas estão tristes, e eu fico triste e emocionada cada vez que leio mensagens a seu respeito.

Que ela esteja em Paz, e que sua família tenha conforto nas boas lembranças que com certeza ela deixou. O que nos consola é saber que de alguma forma, o Scrapbook ajudou a Suenia a enfrentar este longo ano entre o diagnostico da doença e o dia de ontem.

Fiquei muito pensativa o resto do dia.

Quase anoitecendo, viajei. Na mala, base de corte, estilete, papéis e alguns trabalhos pra fazer.

Acordei muito tarde no DOMINGO. Não fiz nada além de descansar a cabeça e desacelerar. Foi ótimo, andei na areia um pouco, e na volta ao apartamento, fiz umas tags para uma troca do ScrapbookBrasil. Com calma, sem pressa... nossa, há quanto tempo não ficava assim???

Voltei a SP, cheguei aqui depois das 21h, os meninos dormindo no carro. Prometi a mim mesma que vou tentar ser menos acelerada. Vou tentar ser menos ansiosa. E depois que terminar esta maquete, vou tentar dormir mais cedo todos os dias!!!!

Ainda preciso descobrir em que ponto da base o foguete é lançado. No mapa do Kennedy Space Center, há um prédio (que está sendo feito com cartão mousse) e as torres de lançamento (talvez eu as faça de arame) ficam em plataformas sobre rodas (mais cartão mousse). Pergunta: as torres ficam ao lado do predio de cartão mousse quando o foguete de cartolina e tampa de desodorante é lançado ou vão pra bem longe, lá na ponta da base de MDF, perto do papel verde de scrap????

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Frase do dia - ou da vida

Eu adoro esta frase. Diz algo como:

"Um diplomata é alguém que pode mandá-lo pro inferno de tal forma que você acaba ansiando pela viagem".

Apesar da ironia no comentário, ela resume o que eu sempre digo: você tem a liberdade de defender suas idéias, mas faça isso de maneira gentil e educada. Aos berros, até a mais justa das pessoas perde a razão.

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Frase do dia

Essa foi contribuição da Bran, e achei maravilhosa principalmente por estarmos perto da época hipercalórica: a Páscoa!!!!!!!!

"À medida que envelhecemos ganhamos peso. Isto ocorre porque acumulamos muita informação em nossa cabeça. A minha cabeça, por não mais comportar tanta informação, começou a encher o resto do corpo. Agora eu entendo que não sou gorda, sou culta!"

ADOREI!!!!!!!!! :D:D:D:D:D

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Sonhando muito alto

Que pena, hoje perdi o chat da Cathy Zielske!! :o(

Até mandei uma pergunta antes, mas o arquivo do chat não estava disponível até agora há pouco, não sei se a moderação liberou ou não o que eu perguntei.

Eu queria saber se existe mercado no Brasil para designers - visto que muitos produtos são de designers americanas - e também, se existe mercado nos EUA para designers não-americanas.

Sim, estou sonhando alto. MUITO alto. Mas sonhar serve pra isso mesmo, né? Pra gente pensar em coisas que teoricamente são impossíveis.

Tenho consciência das minhas limitações criativas, mas às vezes tenho também consciência de que posso fazer melhor do que fazem. E olha que assumir isso - pra quem tem a auto-estima meio flutuante - é difícil: atrás de tanta tagarelice e tanta segurança que dizem que eu passo, tem uma pessoinha MUITO insegura... e muito tímida (ei, pára de rir que é verdade ! :D)

Mas... será que existe espaço para designers de produtos que não sejam americanas nos EUA?

E será que o Brasil está preparado para ter designers e pagar por eles?

Será que alguém aqui teria condições de viver desta forma - criando apenas para scrap?

Sempre digo que este é o meu sonho: ficar apenas criando, e ter outras pessoas executando... :D

Porque criar é uma coisa, colocar em produção é outra... você tem que correr atrás de fornecedor, tem que ter capital pra poder investir, tem que ficar em cima de prazos, ir atrás também de compradores, fazer um preço compatível com o mercado e que remunere todo o seu trabalho, abrir empresa, pagar impostos, negociar prazos de pagamento... e fazer isso pessoalmente, ao vivo, indo até onde Judas perdeu as meias - porque as botas ficaram muito antes.

Não é fácil. Muitas vezes uma ótima idéia morre em um destes passos durante a execução. E isso, pra quem cria, é um tiro no peito. É muito doloroso ver algo que você tem certeza de que faria sucesso não ir pra frente por falta de qualidade de fornecedor ou por causa de preço.

Nessas horas, eu queria ser milionária, pra poder apenas criar e produzir sem me preocupar em vender, em ganhar dinheiro. Apenas pelo prazer de criar e ver aquilo que eu julgo que seja belo sendo usado por todo mundo. Todo mundo mesmo.

Sei que este é um sonho muito mais alto ainda. Mas ele existe, aqui no fundinho da minha cabeça. Sonhar ainda é uma coisa que podemos fazer do jeito que queremos, e de graça.

E você, qual o seu sonho?

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Frase do dia

Essa foi contribuição da Bran, e achei maravilhosa principalmente por estarmos perto da época hipercalórica: a Páscoa!!!!!!!!

"À medida que envelhecemos ganhamos peso. Isto ocorre porque acumulamos muita informação em nossa cabeça. A minha cabeça, por não mais comportar tanta informação, começou a encher o resto do corpo. Agora eu entendo que não sou gorda, sou culta!"

ADOREI!!!!!!!!! :D:D:D:D:D

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Sonhando muito alto

Que pena, hoje perdi o chat da Cathy Zielske!! :o(

Até mandei uma pergunta antes, mas o arquivo do chat não estava disponível até agora há pouco, não sei se a moderação liberou ou não o que eu perguntei.

Eu queria saber se existe mercado no Brasil para designers - visto que muitos produtos são de designers americanas - e também, se existe mercado nos EUA para designers não-americanas.

Sim, estou sonhando alto. MUITO alto. Mas sonhar serve pra isso mesmo, né? Pra gente pensar em coisas que teoricamente são impossíveis.

Tenho consciência das minhas limitações criativas, mas às vezes tenho também consciência de que posso fazer melhor do que fazem. E olha que assumir isso - pra quem tem a auto-estima meio flutuante - é difícil: atrás de tanta tagarelice e tanta segurança que dizem que eu passo, tem uma pessoinha MUITO insegura... e muito tímida (ei, pára de rir que é verdade ! :D)

Mas... será que existe espaço para designers de produtos que não sejam americanas nos EUA?

E será que o Brasil está preparado para ter designers e pagar por eles?

Será que alguém aqui teria condições de viver desta forma - criando apenas para scrap?

Sempre digo que este é o meu sonho: ficar apenas criando, e ter outras pessoas executando... :D

Porque criar é uma coisa, colocar em produção é outra... você tem que correr atrás de fornecedor, tem que ter capital pra poder investir, tem que ficar em cima de prazos, ir atrás também de compradores, fazer um preço compatível com o mercado e que remunere todo o seu trabalho, abrir empresa, pagar impostos, negociar prazos de pagamento... e fazer isso pessoalmente, ao vivo, indo até onde Judas perdeu as meias - porque as botas ficaram muito antes.

Não é fácil. Muitas vezes uma ótima idéia morre em um destes passos durante a execução. E isso, pra quem cria, é um tiro no peito. É muito doloroso ver algo que você tem certeza de que faria sucesso não ir pra frente por falta de qualidade de fornecedor ou por causa de preço.

Nessas horas, eu queria ser milionária, pra poder apenas criar e produzir sem me preocupar em vender, em ganhar dinheiro. Apenas pelo prazer de criar e ver aquilo que eu julgo que seja belo sendo usado por todo mundo. Todo mundo mesmo.

Sei que este é um sonho muito mais alto ainda. Mas ele existe, aqui no fundinho da minha cabeça. Sonhar ainda é uma coisa que podemos fazer do jeito que queremos, e de graça.

E você, qual o seu sonho?

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Nossos comerciais, por favor!

O post de hoje é pra fazer propaganda MESMO :D. Embora eu seja publicitária, sou muito relutante em fazer auto-promoção. Sei lá, tenho vergonha... coisas de Carla.

É sobre o projeto de Páscoa na Pedaços: uma lata decorada e um cartão.

Tentei seguir nestes projetos as cores suaves e delicadas que tanto me atraem em projetos da Martha Stewart, de quem sou fã numero zero, e do site PotteryBarn Kids, mas com um pouco de "sujeira de chocolate" (carimbeiras!). A mistura de estampas em tons suaves deu uma carinha de "aconchego" ao projeto.

Papéis Oficina do Papel e Repeteco.

Pena que na foto que a Flávia tirou não aparece a tampa... ficou lindinha!!! Ela é feita de circulos, um dentro do outro, de papéis diversos, repetindo os padrões da lata. Para cortá-los usei o Circle Scissor da EK. Em menos de um minuto, 5 círculos PERFEITOS! Vou tentar tirar outra foto. Na aula as alunas poderão usar a ferramenta.

Usei, na lata, um coelho "designed by me" :oD em "chicboard" - chipboard com farmacêutica responsável!

Escrevi a palavra "feliz" a mão, num estilo mais rebuscado. Na aula, quem não tiver coragem poderá usar lindos carimbos da EK.

A palavra "Páscoa" foi feita com o foam stamp Philadelphia, da Making Memories.

Já o cartão, num formato quadrado (15x15) usa outro "chicboard", desta vez um arabesco, e uma Prima Flower - "a legítima" :D:D:D:D:D do meu "acervo". A Pedaços ainda possui algumas Primas a venda, mas as outras flores que elas possuem, nacionais, são bem delicadas e dão um ótimo resultado. Na aula usaremos Primas, como o projeto original..

Os papéis, todos sem exceção, foram lixados, desgastados, e manchados com carimbeira marrom. Uma simples lixa 400 muda tanto o jeito de um papel!!!! Adoro lixar!!!!!!

A alça da lata foi revestida com fita xadrez, e nela foram amarradas diversas fitas coordenadas com os papéis: de cetim, de organza, sianinhas, fitas xadrezes.

As aulas acontecerão em dois dias: dia 7 de abril das 14h às 17h, e dia 8 de abril, este sábado, das 9h às 12h. No valor de R$ 110,00 (que pode ser pago em duas vezes) está incluído todo o material.

Maiores informações na Pedaços: cursos@pedacos.com.br ou 11 3884.3012 – com Sueli.

Plin-plin!

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Nossos comerciais, por favor!

O post de hoje é pra fazer propaganda MESMO :D. Embora eu seja publicitária, sou muito relutante em fazer auto-promoção. Sei lá, tenho vergonha... coisas de Carla.

É sobre o projeto de Páscoa na Pedaços: uma lata decorada e um cartão.

Tentei seguir nestes projetos as cores suaves e delicadas que tanto me atraem em projetos da Martha Stewart, de quem sou fã numero zero, e do site PotteryBarn Kids, mas com um pouco de "sujeira de chocolate" (carimbeiras!). A mistura de estampas em tons suaves deu uma carinha de "aconchego" ao projeto.

Papéis Oficina do Papel e Repeteco.

Pena que na foto que a Flávia tirou não aparece a tampa... ficou lindinha!!! Ela é feita de circulos, um dentro do outro, de papéis diversos, repetindo os padrões da lata. Para cortá-los usei o Circle Scissor da EK. Em menos de um minuto, 5 círculos PERFEITOS! Vou tentar tirar outra foto. Na aula as alunas poderão usar a ferramenta.

Usei, na lata, um coelho "designed by me" :oD em "chicboard" - chipboard com farmacêutica responsável!

Escrevi a palavra "feliz" a mão, num estilo mais rebuscado. Na aula, quem não tiver coragem poderá usar lindos carimbos da EK.

A palavra "Páscoa" foi feita com o foam stamp Philadelphia, da Making Memories.

Já o cartão, num formato quadrado (15x15) usa outro "chicboard", desta vez um arabesco, e uma Prima Flower - "a legítima" :D:D:D:D:D do meu "acervo". A Pedaços ainda possui algumas Primas a venda, mas as outras flores que elas possuem, nacionais, são bem delicadas e dão um ótimo resultado. Na aula usaremos Primas, como o projeto original..

Os papéis, todos sem exceção, foram lixados, desgastados, e manchados com carimbeira marrom. Uma simples lixa 400 muda tanto o jeito de um papel!!!! Adoro lixar!!!!!!

A alça da lata foi revestida com fita xadrez, e nela foram amarradas diversas fitas coordenadas com os papéis: de cetim, de organza, sianinhas, fitas xadrezes.

As aulas acontecerão em dois dias: dia 7 de abril das 14h às 17h, e dia 8 de abril, este sábado, das 9h às 12h. No valor de R$ 110,00 (que pode ser pago em duas vezes) está incluído todo o material.

Maiores informações na Pedaços: cursos@pedacos.com.br ou 11 3884.3012 – com Sueli.

Plin-plin!

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Chicboard

Entre os produtos lançados por mim na feira, os monogramas, arabescos, label holders e kit Pascoa em "chipboard" foram os de maior sucesso. Foi superengraçado ver as meninas avançando na caixa que eu trouxe, antes mesmo de colocar os preços... loucura!!

Na foto, alguns testes iniciais.

Na verdade chamamos de chipboard, mas estes são cortados em hörlle - que eu chamava este tempo todo de hoeller (what a shame!!) - que na verdade mesmo chama-se papelão cinza. O Hörlle - nome do fabricante que virou sinônimo de produto (obrigada, Virginia!) - é um papelão de ph entre 6 a 7, o que é considerado neutro, segundo minha sister tecnológica e farmacêutica Renata Barreira.

A Renata não só deu seu aval técnico e especializado, como disponibilizou seu CRF para meus produtos... então... tenho a honra de apresnetar o CHICBOARD, o chipboard brasileiro, primeiro produto para scrap com farmacêutica responsável!!!!!! Não é muito chique???

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Pra copiar tamb ém precisa ter talento

Em scrap fica sempre no ar a discussão do que é cópia, do que é original. Hoje vou falar de trabalhos copiados.

Não vou discuir os méritos legais do assunto. Quem quiser um detalhamento melhor, convido a ler o review que a Renata fez, baseado em artigo do portal Joia.br. Mesmo porque a lei de direito autoral não discrimina esteticamente os trabalhos. Um trabalho "cafona" e um maravilhoso estão protegidos na sua criação da mesma e indiscriminatória forma.

Aqui eu falo apenas da questão estética.

Não é difícil vermos trabalhos - e não falo apenas de scrapbook e arte em papel, mas também de pintura, bordado - copiados de sites, revistas, ou mesmo de lojas e ateliês.

Quem copia, normalmente, espera que o julgamento de seu trabalho seja o mesmo do trabalho original.

Só que as pessoas esquecem que, pra copiar, também precisa ter talento. Porque a execução bem realizada de um projeto conta muitos e valiosos pontos no resultado final.

Tenho visto inúmeros trabalhos "copiados", mas que não chegam aos pés de seus originais. São acabamentos mal feitos, papéis mal escolhidos, combinações desastrosas, pinceladas tortas e falta de cuidado em geral.

Fitas mal cortadas, avessos sem vergonhas, linhas mal traçadas, tesouradas sofríveis.

Um horror. Eu diria que uma tristeza.

Como as pessoas podem se contentar com tão pouco??? Não apenas quem faz, mas quem compra estes trabalhos - sejam clientes, sejam admiradores - pois "comprar" nem sempre envolve a troca comercial.

Se vai copiar, faça disso uma oportunidade de aprendizado.

Copie não só a idéia. Procure saber como aquela capa do álbum ficou tão lisinha. Se você não souber fazer, busque informações com quem sabe - os grupos de discussão existem com este intuito - ou invista um pouco e faça um curso. Existem bons cursos com custos bem variados. Em scap e arte em papel, aproveite as "crops" que acontecem em lojas, são ótimos momentos de troca de informação.

Mudar as cores do papel não vai fazer seu projeto ter obrigatoriamente o mesmo brilho e encanto do original, se a combinação entre eles foi desastrosa.

Se o papel é igual e o projeto também, uma encadernação mal-feita coloca todo o projeto a perder.

Observe os trabalhos de quem você admira. Em eventos e outras oportunidades de ver bons trabalhos de perto, veja como a fita foi colada, observe o cuidado com alinhamento, repare na combinação de papéis tão diferentes com tanta harmonia. Anote estas observações. E jamais deixe de dar os créditos ao autor do trabalho que você está copiando, mesmo que o trabalho dele tambem não seja original. Seja honesto com você mesmo.

Quando você menos esperar, estará criando e executando seus próprios originais maravilhosos, mesmo que baseados ou inspirados em trabalhos de terceiros.

Da observação cuidadosa dos detalhes podem nascer belas idéias.

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Estr éia dos produtos "by Carla Cavellucci Landi"


(Sim, o nome é enorme, mas é assim, fazer o quê?)

O primeiro trabalho divulgado usando os chipboards "by me" (ainda não sei como vou me referir a eles) foi este lindo álbum de gravidez, de autoria da supersister Branca Niccolini.

Feito especialmente para este projeto - que, por sua vez, foi especialmente desenvolvido para as aulas no estande do Scrapbookbrasil durante a feira II BrazilScrapbookingShow- o número 9 foi pintado com carimbeira e decorado com fitas.

Este lindo miniálbum de gravidez fez enorme sucesso entre as alunas e entre os membros do ScrapbookBrasil que não puderam ir à feira... já estão pedindo por aulas online!

Como sugestão de apresentação, Branca decorou uma lata quadrada com a linha coordenada "Nine Months", trazida especialmente para as aulas na feira.

Branca, obrigada pelas fotos e pelo lindo projeto. É um orgulho associar meu nome ao seu, que tem trabalhos de tanta qualidade e bom-gosto!!!!!

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Pra copiar tamb ém precisa ter talento

Em scrap fica sempre no ar a discussão do que é cópia, do que é original. Hoje vou falar de trabalhos copiados.

Não vou discuir os méritos legais do assunto. Quem quiser um detalhamento melhor, convido a ler o review que a Renata fez, baseado em artigo do portal Joia.br. Mesmo porque a lei de direito autoral não discrimina esteticamente os trabalhos. Um trabalho "cafona" e um maravilhoso estão protegidos na sua criação da mesma e indiscriminatória forma.

Aqui eu falo apenas da questão estética.

Não é difícil vermos trabalhos - e não falo apenas de scrapbook e arte em papel, mas também de pintura, bordado - copiados de sites, revistas, ou mesmo de lojas e ateliês.

Quem copia, normalmente, espera que o julgamento de seu trabalho seja o mesmo do trabalho original.

Só que as pessoas esquecem que, pra copiar, também precisa ter talento. Porque a execução bem realizada de um projeto conta muitos e valiosos pontos no resultado final.

Tenho visto inúmeros trabalhos "copiados", mas que não chegam aos pés de seus originais. São acabamentos mal feitos, papéis mal escolhidos, combinações desastrosas, pinceladas tortas e falta de cuidado em geral.

Fitas mal cortadas, avessos sem vergonhas, linhas mal traçadas, tesouradas sofríveis.

Um horror. Eu diria que uma tristeza.

Como as pessoas podem se contentar com tão pouco??? Não apenas quem faz, mas quem compra estes trabalhos - sejam clientes, sejam admiradores - pois "comprar" nem sempre envolve a troca comercial.

Se vai copiar, faça disso uma oportunidade de aprendizado.

Copie não só a idéia. Procure saber como aquela capa do álbum ficou tão lisinha. Se você não souber fazer, busque informações com quem sabe - os grupos de discussão existem com este intuito - ou invista um pouco e faça um curso. Existem bons cursos com custos bem variados. Em scap e arte em papel, aproveite as "crops" que acontecem em lojas, são ótimos momentos de troca de informação.

Mudar as cores do papel não vai fazer seu projeto ter obrigatoriamente o mesmo brilho e encanto do original, se a combinação entre eles foi desastrosa.

Se o papel é igual e o projeto também, uma encadernação mal-feita coloca todo o projeto a perder.

Observe os trabalhos de quem você admira. Em eventos e outras oportunidades de ver bons trabalhos de perto, veja como a fita foi colada, observe o cuidado com alinhamento, repare na combinação de papéis tão diferentes com tanta harmonia. Anote estas observações. E jamais deixe de dar os créditos ao autor do trabalho que você está copiando, mesmo que o trabalho dele tambem não seja original. Seja honesto com você mesmo.

Quando você menos esperar, estará criando e executando seus próprios originais maravilhosos, mesmo que baseados ou inspirados em trabalhos de terceiros.

Da observação cuidadosa dos detalhes podem nascer belas idéias.

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Chicboard

Entre os produtos lançados por mim na feira, os monogramas, arabescos, label holders e kit Pascoa em "chipboard" foram os de maior sucesso. Foi superengraçado ver as meninas avançando na caixa que eu trouxe, antes mesmo de colocar os preços... loucura!!

Na foto, alguns testes iniciais.

Na verdade chamamos de chipboard, mas estes são cortados em hörlle - que eu chamava este tempo todo de hoeller (what a shame!!) - que na verdade mesmo chama-se papelão cinza. O Hörlle - nome do fabricante que virou sinônimo de produto (obrigada, Virginia!) - é um papelão de ph entre 6 a 7, o que é considerado neutro, segundo minha sister tecnológica e farmacêutica Renata Barreira.

A Renata não só deu seu aval técnico e especializado, como disponibilizou seu CRF para meus produtos... então... tenho a honra de apresnetar o CHICBOARD, o chipboard brasileiro, primeiro produto para scrap com farmacêutica responsável!!!!!! Não é muito chique???

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Estr éia dos produtos "by Carla Cavellucci Landi"


(Sim, o nome é enorme, mas é assim, fazer o quê?)

O primeiro trabalho divulgado usando os chipboards "by me" (ainda não sei como vou me referir a eles) foi este lindo álbum de gravidez, de autoria da supersister Branca Niccolini.

Feito especialmente para este projeto - que, por sua vez, foi especialmente desenvolvido para as aulas no estande do Scrapbookbrasil durante a feira II BrazilScrapbookingShow- o número 9 foi pintado com carimbeira e decorado com fitas.

Este lindo miniálbum de gravidez fez enorme sucesso entre as alunas e entre os membros do ScrapbookBrasil que não puderam ir à feira... já estão pedindo por aulas online!

Como sugestão de apresentação, Branca decorou uma lata quadrada com a linha coordenada "Nine Months", trazida especialmente para as aulas na feira.

Branca, obrigada pelas fotos e pelo lindo projeto. É um orgulho associar meu nome ao seu, que tem trabalhos de tanta qualidade e bom-gosto!!!!!

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Scrapmorning, sisternight

Bom, acordei às 10 da manhã de hoje, dia 1 de abril - dia da mentira!! Mas tudo que aconteceu aqui foi verdade ;)

Tomei banho e fui encontrar a Anna na ScrapSampa. Não tinha ido lá desde antes da feira, quando inauguraram uma nova ala.

Meu Deus... dá vontade de chorar. Muita coisa! Muita coisa MUITO legal!

Papéis, papéis, papéis... segundo o Tarcisio, eles tem 2000 papéis (modelos) diferentes!

Andei, cerquei, peguei alguns 'para um projeto" ( ainda bem que sempre tem um pra eu comprar sem muita culpa) mas tive que me controlar MUITO. Muito de verdade mesmo. O que, definitivamente, tem sido uma boa lição pra mim, que sempre fui compulsiva.

Comprei um carimbo legal que estava num preço irresistível. E tive que resistir a muitos carimbos mais legais ainda.

Conversamos, eu e a Anna, muito tempo lá dentro. A gente fala de tudo, até de scrap. É legal a gente ter assunto com as pessoas, com a gente um dia é pouco :D, aliás, com as sisters e as Sisters, os meus amores e algumas outras amigas todo tempo sempre é pouco.

O Tarcisio veio contar e mostrar algumas novidades, é muito legal ver uma empresa crescendo desta forma. Pra gente, que adora scrap, é maravilhoso.

A Anna da ScrapSampa tbm apareceu e falamos sobre o sucesso da aula da Carol na feira. "Revelação", foi como ela chamou as aulas. O Velhos Tempos foi o maior sucesso, de verdade. A Carmen, dos cursos da ScrapSampa, disse que os nossos cursos, incluindo os do estande, foram o máximo... "o que eram aqueles cursos de vcs??" foi o comentário que ela fez, sorrindo.

Saí de lá superfeliz. Foi uma manhã deliciosa!

Em casa, cuidei da casa... Os meninos estavam no clube com os primos - esse mês acho que vou vê-los só com hora marcada, eles querem aproveitar as 24h juntos!

À noite fui levar os pijamas deles - iam dormir na outra avó, por conta dos primos, CLARO! Acabei conversando o maior tempão com a Vá. Sem Skype, a gente se fala pouco por telefone. Pouquíssimo, eu diria. Tiramos alguma diferença hoje a noite. Falamos também de tudo... filhos, marido, ex-marido, roupas, scrap, planos, sonhos... marcamos programas juntas, contamos segredos...

É bom ter a irmã da gente bem pertinho. Foi uma noite especial.

Agora vou trabalhar, pois tenho 17 assuntos prioritários pra resolver. E cada assunto leva umas BOAS horas de trabalho pra ser finalizado. Estou frita.

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Tudo em nome de uma paix ão

O que não fazemos em nome do scrap e daquilo que nos move...

Ontem sexta-feira, depois de dormir apenas duas horas (acordei às 6h) e levar as crianças pra escola, fui direto, sem nem passar em casa, para Osasco.

Por sorte, a marginal estava livre. Até comemorei.

Quem mandou??? Foi só entrar na Castelo que travou tudo. Travou. Parou. Nada de andar. E não havia jeito de ir nem pra frente, nem pra trás, muito menos parar e estacionar pra dormir - claro que eu não faria isso, mas mesmo que quisesse, não dava.

Olho pro lado, e vejo uma capivara morta no meio-fio. Parecia sonho - ou pesadelo.

Enfim consegui sair daquela situação caótica e andei, virei, andei andei andei... e cheguei ao meu destino. Uma fábrica de latas. Sim, latas de tinta.

Não gostei do que encontrei, as latas não tinham alça, um horror. Quando lembrei do tanto que andei pra encontra-las... melhor nem pensar.

Dai que eu tinha que voltar... e pedi uma orientação... antes não tivesse pedido!

Caí num lugarzinho... rezei pro pneu não furar, o carro não parar, nada acontecer. Eu simplesmente atravessei de Osasco até a Raposo Tavares pelo meio do mato!

Depois, a Raposo parada... um trânsito... demorei um século pra ver a cara de SPaulo.

Dali fui a outro endereço que me indicaram. Finalmente, latas decentes! mas só vendiam em grandes quantidades... liguei pra loja onde vou dar a aula e fui autorizada a pegar todas.

Bom... eu não tenho um caminhão nem uma pickup.... imaginem como estava o carro com MUITOS, mas MUITOS galões de tinta dentro dele...

Largeui tudo em casa, peguei as crianças na escola, comi algo bem rápido e fui pra 25 de março atrás de fitas, tecidos, e mais umas coisinhas.

Na volta - lá pelas 17h30 - mais trânsito.

Chegamos em casa quase 19h, e eu desmaiei no sofá. Podre de tão cansada. Tive que encontrar energia ainda para levar as crianças pra uma pizza, depois leva-los pra dormir na casa da avó, voltar pra casa e arrumar a cozinha, depois grudar no computador pra trabalhar. A uma certa hora cansei e desci pra ver TV... e dormi de novo no sofá, onde acordei no sábado às 10h!!!!!

Depois dizem que scrap não causa dependência :D.

Eu diria que provoca surtos de total falta de noção das coisas :D.

Mas eu faria tudo outra vez.

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